Em um quarto deitado tenho como companheira o silêncio da madrugada. A madrugada canta meus sentimentos. O assobio noturno rege a orquestra sentimental e a platéia do meu eu retribui com lágrimas.
O choro se derrama em apresentação após a abertura das cortinas de dor. Um choro desenfreado escorre pelo meu rosto e os soluços incessantes entram em composição com minhas lágrimas.
Os sussurros e gemidos num desconfortável repouso clama ao socorro Divino, até que venha o alivio em meu peito.
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