segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A sociedade de hoje



Lentamente meu pensamento ecoa há curtos passos, saindo da profundeza da escuridão do íntimo do meu ser. Confundindo-se a cada encontro e desencontro com a face, a face não! a cara. Mas que cara? A cara da sociedade.

Ela se pinta como uma mulher vaidosa, exalando um forte perfume sujo de sangue. Com seus dentes podres porque mastigam todo os santos dias os "doces da televisão" preferindo as (balas) de mascar.

A sociedade injusta de hoje usa farda azul e está armada.
Com grande eloquência e um belo discurso de quatro á quatro anos engana o povo. A noite cai mais uma vez, os cidadãos se calam enquanto a sociedade injusta de hoje vai dormir tranquila escondendo debaixo do seu travesseiro sua mascara maquiada.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

No palco da vida


Olá meu querido, minha querida! Como vocês estão?
Peço-lhes que se acomodem, escolha um lugar para se sentar, pois quero vos convidar para assistir a uma peça teatral. Posso apagar as luzes ou preferem acesas? Ah!!! aceita uma pipoca...? Já que estar tudo em ordem, peço silêncio há todos porque agora, irá subir ao palco da sua imaginação: ele!!! o maior escritor de comédia da França. E agora com vocês Molière.

Como toda pessoa na vida, Molière quis ser alguém na vida. Desejava brilhar como ator trágico nos palcos, resultado: Sua vida foi uma grande tragédia. Desejou escrever peças sérias, mas seu público não as aceitava. A vida trágica que o acompanhava, conseguiu ser apenas um palhaço.
Esse comediante triste no palco da vida apaixonou-se pela principal atriz e com ela se casou. Portanto, não foi amado por ela, estando ela a namorar outros homens.

O drama, as apresentações cénicas cheias de brigas domésticas, que era tão divertidas para o público, era na realidade a apresentação de sua vida que subia ao palco. "Acostumado "com as tragédias de sua vida, Molière tinha perdido dois filhos e o que tinha estava gravemente doente. Os médicos diacnosticaram que esta criança não passaria da noite. No entanto, Molière tinha que ganhar a vida para dar sustento a família e como soldado corajoso ele foi desempenha seu papel no teatro naquela noite. Ao regressar para casa, encontrou seu filho morto. Sua vida era cheia de contradições de que se fazem os dramas reais.
O mais dramático de tudo, porém foi, o último ato de sua vida. Numa fria noite de inverno, do ano de 1676, estava atacado de uma grande inflamação dos pulmões. Os médicos acharam prudente que ficasse em casa. Mas ele não ligou importância ao conselho e foi representar no teatro, como de costume. Naquela noite, sobrepujou-se.
Ao descer o pano, no ato final, o público "pôs a casa abaixo" de tanto aplauso. Mas Molière não podia mais discursar nem naquela, nem em outras noites. Sofreu uma hemorragia justamente logo que o ato acabou. Quinze minutos depois era cadáver.
Essa última peça, na qual representou quando estava tão mortalmente doente, intitulava-se, por extrema ironia, O doente imaginário.

Ouvi certa vez uma história:
Certo homem vai ao médico.
diz que está deprimido
que a vida parece dura e cruel
conta que se sente só num mundo ameaçador.

o médico diz que o tratamento é simples.
o grande palhaço Pagliacci está na cidade esta noite
vá vê-lo, isso deve animar você"

o homem se desfaz em lágrimas.

"mas, doutor",diz ele.
"eu sou o Pagliacci."

Boa piada. Todo mundo ri.
Rufa os tambores. Cortina.

Referêcias: Maravilhas do conhecimento humano.
Watchaman o filme

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A sindrome de Lampião


Hoje sai de casa com a pretensão de analisar a vida.
Enquanto ponderava um pouco antes de lhes escrever, sentei-me na cadeira no quintal de casa e observei as manifestações da natureza: O vento frio que no meu corpo batia, que agitava as árvores e jogava longe a folha que ia lentamente como uma borboleta e que no chão ficava.
Os pássaros que nas árvores cantavam junto com o sopro do vento que provocava a queda do fruto que no chão batia levantando poeira...

Deixei que meu pensamento fosse com o vento; e pude "vê" as crianças correndo nas praças, o idoso que lentamente caminha para chegar ao seu destino, a alegria da criança depois de sozinha dar sua primeira volta de bicicleta. Também "vi" a mãe que chorava a perda do filho que o tráfico levou, mas, sem desistir de continuar sua vida. E percebi que tamanha são as objeções a respeito da vida.

No entanto, pensei num camarada cabra da peste, filosofo Grego que merecia levar uma camada de pau, porque disse que a vida era um engano trágico e que todos os homens o melhor que tinha que fazer era morrer. O nome desse camarada cabra da peste era Hegesias, que dedicou a vida toda a pregação do ideal da morte. Esse danado sem vergonha organizou numerosos clubes de suicidas e induziu muitos rapazes ao suicídio.

O pior que um camarada sem vergonha como esse de nome esquisito viveu até a idade de (80) oitenta anos. E quando perguntavam ao infeliz porque ele mesmo não tirava a própria vida, o sujeito respondia: "Sou a única pessoa na Grécia que pode induzir os jovens ao suicídio. Se eu morrer não haverá ninguém que tome meu lugar. É, pois, meu dever penoso viver, afim de poder ensinar aos outros o prazer delicioso da morte."

Há se eu pego um infeliz desse!!!!!!!

Referência: A maravilha do conhecimento humano

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Auto-Psicalalise


Deitei-me na cama da mesma forma como um paciente vai ser psicanalisado.
Fechei meus olhos, e a primeira coisa que logo percebi foi sentir o acelerar desenfreado do meu batimento cardíaco.
No badalar do relógio, que na ponta do ponteiro que contém uma borboleta enfeitada com flores na parte lateral do lado direito do relógio, que estar simetricamente pregada entre dois quadros com figuras de um vaso em preto e branco; levou-me a uma percepção minuciosamente detalhada do motivo pelo qual o meu batimento cardíaco estava acelerado.

Enquanto era convidado a ouvir a orquestra sinfónica melódica da calada da noite, do qual reges os grilos no seu belo sonante como música de ninar.
Vendo as imagens com os olhos do subconciente, de forma distorcida da maneira totalmente diferente que é a realidade. Me encontrava agora na fábrica da irrealidade processada no subconciente, quando acumulamos nos arquivos da mente.

Saindo da irrealidade do mundo dos sonhos, notei que a orquestra sinfónica da calada da noite havia cessado de tocar. Portanto , ainda continuava o badalar do relógio que na ponta do ponteiro que contém uma borboleta enfeitada com flores na parte lateral do lado direito do relógio, que estar simetricamente pregada entre dois quadros com figuras de um vaso em preto e branco: Tic-Tac, Tic-Tac, Tic-Tac.

Olhei atentamente e ela não estava lá. Ela quem? A borboleta. Quando há observava ela voava lentamente em círculo ao passo de cada segundo que marcava a hora.
Fui procura-la nas flores que há enfeitava, mas ela não estava. Certamente foi embora.

Perplexo e conturbado fiquei com fato de não encontra-la. Ouvi um barulho no interior da casa. O que será? Acho que deve ser ela. E se não for? Me perguntei...
Tremendo, suando e assustado, não tive coragem de ver o que era. Reagindo para que o medo não tomasse conta de mim, consegui me acalmar e analisar as coisas em volta, e percebi que em minha volta nada havia. Permanecendo calmo em meio há nada, ouvi lá longe uma voz que me chamava.
Mas, não era ela (borboleta), era minha mãe que dizia: Nino!, Nino! Acorda, olha a hora se não iras se atrasar.

Despertei-me do sono e lá estava ela (a borboleta), na ponta do ponteiro enfeitada com flores na parte lateral do lado direito do relógio, que estar simetricamente pregada entre dois quadros com figuras de um vaso em preto e branco: Tic, Tac, Tic,Tac...

Até a próxima companheiro(a)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Estão abertas as vagas para os Correios


Desta vez o povo encontrou a forma certa para "melhorar de vida:" Fazer concurso público.
Quem, afinal de contas sobrevive com um salário mínimo com mais de cinco filhos para criar? Há quem recorra ao bolsa família e outros projetos do governo.
Mas, o povo estar decidido, vão fazer concurso público para os correios. Hoje em dia até que não é tão ruin subir e descer escadaria; descer e subir ladeira... para entregar uma correspondência em relação há eras passadas.

Um antigo rei teve certa vez brilhante idéia. Achou que era necessário enviar importante mensagem a um antigo aliado estrageiro, mas não tinha soldado ou escravo a que conciderasse bastante honesto para confiar essa carta. Conseqüentemente, mandou chamar um de seus escravos, ordenou que lhe raspassem a cabeça, e tatuou a mensagem no couro cabeludo do escravo. Depois esperou que o cabelo crescesse no couro cabeludo para então enviar o escravo á sua missão.
O escravo chegou a salvo ao palácio do aliado de seu Senhor e disse:
"O rei Cianaxes me ordenou que vos pedisse para me raspar a cabeça."

O aliado do rei Cianaxes fez então como ele havia pedido; e logo que ele leu a mensagem no couro cabeludo, sentiu-se o escravo orgulhoso e feliz, ao pensar no papel vital que estava desempenhando nas relacões daqueles dois poderosos monarcas. Seu orgulho e sua felicidade foram, porém de curta duração. Porque a carta continha um post-escrito que o escravo ditosamente ignorava. Era este o post-escrito:
"Logo que acabar-des de ler essa carta, cortai fora a cabeça sobre a qual está escrita."
Uffa!!! Já imaginou ser carteiro nesta epóca?

Referência: Maravilhas do conhecimento humano. Pag. 12 e 13
Autor: Henry Thomas

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Um ollie sobre o preconceito




Para a maioria da sociedade, estar em cima de uma tábua com quatro rodas é uma opção de não ter o que fazer, mas, para nós que estamos em cima dela, isso é o nosso esporte, nosso lazer, nosso estilo de vida... È o caminho que encontramos para se livrar das drogas e do mundo do crime.
O eskate nos ensina a cair, nos ajuda a andar sobre os trilhos. E quando o beco é sem saída utilizamos uma rampa que nos ajuda a se projetar para o outro lado; e quando nos projetamos voamos, quando voamos desafiamos a lei da gravidade, quando desafiamos a lei da gravidade sabemos que permaneceremos mais uma vez alguns segundos no ar.

Na foto ao lado (o brother Dando)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Epitáfio

Muitos que em busca da liberdade corriam,
hoje já não corre mais:

Antes a mente que sempre reluzia,
agora o corpo para sempre jaz.

Poema de meu irmão Lindinaldo (Pelé)

domingo, 16 de agosto de 2009

Prepotência

Torturadores fustigam a carne
do ser que o corpo curva,
deixando marcas eternas
na alma triste, cansada e turva.

Juram por toda terra
que tortura nunca haverá.
Se questionas, quebram-te as pernas
se responde, para a cadeia vão te levar.

Poema de meu irmão Lindinaldo (Pelé)