quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Tu boca

Es tu boca con la suavidad del algodón que desean mis labios.
Tu boca entreabierta que cuando hablas salen el dulce perfume de las rosas.
Tu perfecta boca que muestran la blancura de tus dientes, !ay¡ amor mio, es tu boca la que quiero sobre la mia.

Tus pegueñitos labios son preciosos tal como son las pegueñitas perlas. Y las perlas de tus labios una vez más las quiero sobre mi boca.
Sonrie cariño, para que las flores de tus labios florezcan en el jardín de mis ojos. Tu boca, mis labios. Tu sonrisa, mi ojos. Tus dientes, mis dientes. Y así tu boca en la mía, es como un movimiento del agua producida por el viento.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Nada te sucederá

A boca que não é a tua, essa eu a beijo.
A pele que não é a tua, essa eu a toco e lhe dou carícias. 
A pessoa com quem eu em poucos dias irei me encontrar, não será tu e sim outra.
Até agora, debaixo de toda essa imensidão de céu azul, o que eu fizer com uma mulher, não será feito contigo do qual eu adoraria que fosse feito. Os raios riscam o céu com violência até tocarem a terra, mas nada será feito contigo, nada, porque não estás aqui. 

Uma mão segurará a minha, mas não será as tuas mãos, os olhos dessa pessoa que segurará a minha mão, esses olhos me verá, mas não os teus olhos. Caminharei com ela, porém dentro de mim estarei andando contigo. Eu faço acender o fogo para aquecer-me, portanto tu é quem queima dentro em mim. Os raios riscam o céu com violência até tocarem a terra, mas nada será feito contigo, nada, porque não estás aqui. 










quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Um dia destes...Meme Chanda

Um dia de sábado. Um ônibus. Um dia igual ao outro.
Outro sábado. Um ônibus. O aparecimento de Meme Chanda.
Uma música. Três pessoas conversando. A voz de Meme Chanda.
Um silêncio. Quatros vozes. O sorriso de Meme Chanda.
Cidade de Olinda. Destino Recife. Os olhos de Meme Chanda.
Cidade do Recife. A descida do ônibus. Os passos de Meme Chanda.

Ainda Cidade do Recife. Seus passos infinitos. A vontade de estar ao lado de Meme Chanda.
Em frente aos correios da Cidade do Recife. Três abraços e dois beijos. A partida de Meme Chanda.
A caminho da Estação Central Recife. O querer de olhar para trás. Sigo em frente.
Estação Central Recife. Uma música. As doces recordações por haver conhecido Meme Chanda.

Vem e banha-te comigo

Quando não estás aqui comigo cantam desesperadamente os pássaros noturnos.
Tua não presença, catástrofe no céu. Onde costumas estar Meme, quando cantam os pássaros noturno?
Onde habitas quando há catástrofes no céu?

O mar do Recife levanta suas ondas para procurar-te, mas, onde habitas? O vento gira enlouquecido sem rumo porque não estás aqui. Lembra-te  do canto dos golfinhos? Lembra-te da ilha? Eu agito o mar e o vento por tua ausência. Tu agita meu corpo, minh'alma e espírito.

Eu movo tudo o que existe na terra. Tu moves tudo o que existe dentro de mim.
Tua presença faz renascer o dia. Tua ausência deixa os pássaros noturnos melancólicos.
Vem e banha-te comigo Meme, onde cantam os golfinhos na ilha!

Quando ficamos em silêncio

Mais uma vez fez-se silêncio entre nós. Tu em silêncio de lá, eu em silêncio de cá.
O ponteiro do relógio anuncia o tempo de nosso silêncio, estamos muitas horas sem pronunciar nada um ao outro. A noite mostra os seus astros, o relógio mostra sua hora. Nada acontece entre nós.
A terra muda de lugar. Também mudam de lugar as estrelas. O silêncio para nós é como uma guilhotina que separa de nós como um corte no tempo a possibilidade de vernos hoje. Tudo muda a sua condição natural; menos o nosso silêncio.