sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Oficineiro ou Sócio-educador?

Antes um esclarecimento do tema. Esta indagação refere-se senhores leitores e leitoras a uma questão trabalhista; no sentido do fato que é exercida nossa função e o motivo de como é assinada na nossa carteira de trabalho. Talvez você não entendeu ainda. Vamos lá então!

Que paralelo funcional sócio-pedagógico tem a palavra oficineiro? Talvez você já tenha neste momento feito a junção das duas palavras (Oficineiro e Sócio-educador), antes que eu viesse dar qualquer esclarecimento do assunto e concluído também sem que eu desse minha opinião e achado que preferiria ter a carteira assinada como sócio-educador porque no mercado de trabalho a pessoa seria reconhecido com mais eficiência do que oficineiro.

Mas, oficineiro de que? O que vem a ser isso? Talvez eu pudesse responder essas questões, no entanto você mesmo que estar lendo este texto ira responder, apenas colocando na balança da educação e comparar qual das duas medidas tem maior peso. Eu também concordo que é Sócio-educador.

Desfaforecimento? Visão redutiva na capacidade do reconhecimento pedagógico? Questão voltada para o investimento monetário para a rede superior? Quem está acima do sócio-educador (Que ainda é considerado oficineiro)?

Modelo capitalista em pele socialista no favorecimento do próprio bolso ao invés da educação? Bem eu gostaria de parar minhas indagações no momento, pois vejo que o pensamento está se direcionando para um discurso duro; e isso no mínimo poderia levar como nos tempos antigos em que as obras escritas quando incomodava a supremacia sua obra eram queimadas (com exceção de que meu texto não pode acontece isso) ou então reunir todo o povo á ouvir minha defesa (onde estou disponível se no caso venha ocorrer isso).

Nesta linha quero dedicar o texto escrito á pessoa especial de (Jaqueline) e todos que um dia quiseram falar e indagar desta forma. Estou me referindo aos oficineiros, aliás, aos sócio-educadores.

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