
Deitei-me na cama da mesma forma como um paciente vai ser psicanalisado.
Fechei meus olhos, e a primeira coisa que logo percebi foi sentir o acelerar desenfreado do meu batimento cardíaco.
No badalar do relógio, que na ponta do ponteiro que contém uma borboleta enfeitada com flores na parte lateral do lado direito do relógio, que estar simetricamente pregada entre dois quadros com figuras de um vaso em preto e branco; levou-me a uma percepção minuciosamente detalhada do motivo pelo qual o meu batimento cardíaco estava acelerado.
Enquanto era convidado a ouvir a orquestra sinfónica melódica da calada da noite, do qual reges os grilos no seu belo sonante como música de ninar.
Vendo as imagens com os olhos do subconciente, de forma distorcida da maneira totalmente diferente que é a realidade. Me encontrava agora na fábrica da irrealidade processada no subconciente, quando acumulamos nos arquivos da mente.
Saindo da irrealidade do mundo dos sonhos, notei que a orquestra sinfónica da calada da noite havia cessado de tocar. Portanto , ainda continuava o badalar do relógio que na ponta do ponteiro que contém uma borboleta enfeitada com flores na parte lateral do lado direito do relógio, que estar simetricamente pregada entre dois quadros com figuras de um vaso em preto e branco: Tic-Tac, Tic-Tac, Tic-Tac.
Olhei atentamente e ela não estava lá. Ela quem? A borboleta. Quando há observava ela voava lentamente em círculo ao passo de cada segundo que marcava a hora.
Fui procura-la nas flores que há enfeitava, mas ela não estava. Certamente foi embora.
Perplexo e conturbado fiquei com fato de não encontra-la. Ouvi um barulho no interior da casa. O que será? Acho que deve ser ela. E se não for? Me perguntei...
Tremendo, suando e assustado, não tive coragem de ver o que era. Reagindo para que o medo não tomasse conta de mim, consegui me acalmar e analisar as coisas em volta, e percebi que em minha volta nada havia. Permanecendo calmo em meio há nada, ouvi lá longe uma voz que me chamava.
Mas, não era ela (borboleta), era minha mãe que dizia: Nino!, Nino! Acorda, olha a hora se não iras se atrasar.
Despertei-me do sono e lá estava ela (a borboleta), na ponta do ponteiro enfeitada com flores na parte lateral do lado direito do relógio, que estar simetricamente pregada entre dois quadros com figuras de um vaso em preto e branco: Tic, Tac, Tic,Tac...
Até a próxima companheiro(a)
Nenhum comentário:
Postar um comentário